Um espaço para compre­ender aquilo que ainda não tem nome

Há coisas que sentimos, mas não conseguimos explicar; situações que se repetem, mesmo quando desejamos que sejam diferentes. Há palavras que não conseguimos dizer e silêncios que dizem muitas coisas.

Na psicoterapia de orientação psicanalítica, a palavra encontra um lugar. Um espaço para falar sobre aquilo que inquieta, sobre os conflitos e desejos, sobre o que se repete, sobre os silêncios e, principalmente, sobre aquilo que muitas vezes ainda não conseguimos compreender.

Um espaço de escuta, onde aquilo que emerge na fala pode encontrar novos sentidos.

O trabalho analítico é uma experiência de fala, escuta e elaboração, na qual aquilo que antes parecia sem sentido começa a ganhar outras significações.

Atendimento presencial em Tramandaí/RS e online.

Josiane Lopes, psicóloga

“Nem tudo o que nos atravessa chega primeiro como palavra.”

Um espaço de escuta

Consultório de Josiane Lopes, o espaço de escuta onde são realizados os atendimentos

Aqui, a fala ocupa um lugar central.

É pela palavra que histórias são contadas, conflitos aparecem, desejos podem ser interrogados e aquilo que muitas vezes permanece inconsciente começa a encontrar caminhos para ser escutado.

Não se trata apenas de falar sobre os acontecimentos da vida, mas também de escutar, na própria fala, aquilo que por vezes permanece oculto, contraditório ou difícil de reconhecer.

Desejos, conflitos, angústias, sintomas e relações de repetição podem revelar questões que não estão inicialmente acessíveis à consciência.

Ao longo do processo, aquilo que se repete pode ser interrogado e ressignificado, e o não dito encontrar sentido na palavra.

A psicanálise não oferece respostas prontas: ela sustenta um espaço para que cada sujeito, com sua subjetividade, possa se aproximar da própria história e se perguntar pelos seus desejos.

Quando algo se repete, talvez exista algo que deva ser escutado.

Aquilo que se repete pode ser o inconsciente tentando encontrar outras formas de dizer o que ainda não pode ser elaborado.

O incons­ciente participa da nossa história

Nem tudo aquilo que fazemos, sentimos ou desejamos é plenamente conhecido por nós. Existe uma dimensão inconsciente que atravessa nossa maneira de amar, escolher, desejar, sofrer e nos relacionar.

Por isso, conhecer a si mesmo não significa apenas encontrar explicações conscientes para aquilo que acontece. É também poder se aproximar daquilo que, muitas vezes, aparece de maneira simbólica: em um sonho, um esquecimento, uma repetição, uma palavra que escapa, ou um sintoma.

A análise oferece um espaço para que essas manifestações possam ser escutadas.

Josiane Lopes, psicóloga

“Você já se perguntou para onde vai aquilo que não é dito?”

Escuta, formação e acolhi­mento

Sou Josiane Borba de Souza Lopes, psicóloga clínica e pós-graduada em sexologia, CRP 07/30903.

Minha prática clínica é de orientação psicanalítica, uma abordagem que compreende o sujeito para além daquilo que é consciente e que reconhece, na fala, a possibilidade de encontrar sentidos para aquilo que se manifesta como sintoma, angústia e sofrimento.

Sou graduada em Psicologia pela UNICNEC — Osório/RS.

Atuo em consultório particular desde 2019, com atendimentos presenciais e online para adolescentes, adultos e casais.

Na clínica, a escuta sustenta um espaço onde a palavra pode emergir sem a exigência de respostas. Um lugar para acolher as contradições, interrogar os sentidos já construídos e permitir que o incompreendido encontre novas formas de existir.

A análise começa justamente quando nos permitimos perguntar: “O que isso que se repete comigo quer dizer?”

  • GraduaçãoPsicologia — UNICNEC, Osório/RS
  • Pós-graduaçãoPsicanálise — Teoria e Técnica — Unisinos, Porto Alegre/RS
  • Pós-graduaçãoSexologia — FAMEESP
  • RegistroCRP 07/30903

Dife­rentes questões, uma mesma escuta acolhe­dora e qualifi­cada

Psico­terapia de Orien­tação Psicana­lítica

Um espaço para que o sujeito desejante possa questionar sua história, seus sintomas e sofrimentos.

Sexuali­dade e Sexolo­gia

A sexualidade também é atravessada pela subjetividade. Desejos, prazeres, intimidades, fantasias, inseguranças, vergonhas, culpas e dificuldades na vida sexual podem ser colocados em palavras e escutados a partir da forma como o sujeito se relaciona consigo e com o outro.

Psico­terapia de Casal

Quando duas pessoas se encontram, também se encontram suas histórias, desejos, expectativas e modos particulares de se relacionar. A psicoterapia de casal pode oferecer um espaço para que os conflitos sejam colocados em palavras e para que aquilo que se repete na relação possa ser elaborado.

O que pode aparecer quando come­çamos a falar?

O que se repete
Algumas situações parecem mudar de cenário, mas insistem em retornar. Relações, escolhas, conflitos e formas de sofrer podem carregar algo que ainda não foi elaborado.
O que não conseguimos nomear
Há momentos em que sabemos que algo não está bem, porém não conseguimos colocar em palavras. A fala pode abrir espaço para reelaborar e dar contorno ao não dito.
O desejo
Entre aquilo que desejamos e aquilo que acreditamos que deveríamos desejar, muitas vezes existem conflitos. Escutar o próprio desejo também é interrogar o lugar que ocupamos no desejo do outro.
Fortalecer os vínculos
Nossos relacionamentos também carregam marcas de nossas histórias. Na clínica, os conflitos a dois podem ser pensados para além do acontecimento imediato.
O corpo e a sexualidade
Desejo, intimidade, prazer, culpa e dificuldades sexuais fazem parte das vivências subjetivas, que podem ser reescritas quando colocadas em palavras.
A própria história
Olhar para a própria história não significa exatamente encontrar soluções para o passado, mas sim ressignificar aquilo que foi vivido.
“Consegui falar sobre coisas que nunca tinha colocado em palavras antes. Me senti ouvida de verdade, sem pressa e sem julgamento.”
Paciente em acompanhamento — nome preservado por sigilo profissional

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JM

Jessica Fagundes Motti

3 anos atrás

Minha psicóloga há 3 anos. Foi minha primeira e me ajudou muito, sou muito grata. Não troco e indico muito ❤️

DS

deivid Silva

3 anos atrás

Excelente profissional, atenciosa e acolhedora. Recomendo.

WP

William Patrick

3 anos atrás

Uma boa profissional, sempre presta muita atenção nos pacientes.

LM

Laís Monteiro

6 anos atrás

Excelente profissional, atenciosa e responde rapidamente.

EE

Elizabete Eufrazio

3 anos atrás

Excelente atendimento.

Base teórica sólida, atuali­zada continua­mente

  • Graduação

    Psicolo­gia — UNICNEC, Osório/RS

    Formação em Psicologia Clínica, com habilitação para atendimento psicoterápico.

  • Pós-graduação

    Psicaná­lise — Teoria e Técnica — Unisinos, Porto Alegre/RS

    Aprofundamento teórico-clínico na abordagem psicanalítica, base do trabalho conduzido em consultório.

  • Pós-graduação

    Sexolo­gia — FAMEESP

    Especialização voltada ao atendimento clínico de questões relacionadas à sexualidade e à intimidade.

Falar é escolher. Silen­ciar também.

Nem sempre encontramos imediatamente as palavras para aquilo que sentimos. Às vezes, é preciso um espaço onde possamos falar sem precisar organizar tudo antes. Um espaço onde até aquilo que parece sem sentido possa ser dito.

A escuta psicanalítica não busca antecipar respostas. Ela acompanha o sujeito na construção de suas próprias perguntas.

Dúvidas comuns de quem está pensando em começar

“Não sei nem por onde começar a falar.”

Não é preciso chegar com um roteiro pronto. A primeira sessão é justamente o espaço para “começar”: o processo se constrói junto, no seu tempo.

“Tenho vergonha de falar sobre sexuali­dade.”

É um tema tratado com a mesma seriedade técnica e o mesmo sigilo de qualquer outra questão emocional — sem julgamento, no ritmo que for confortável para você.

“Não sei se meu parceiro ou minha parceira toparia fazer terapia de casal.”

Podemos marcar uma entrevista para o casal, na qual, juntos, encontraremos uma forma confortável de atendê-los melhor.

O que você precisa saber antes de agendar

Como funciona a psicoterapia?

Os encontros acontecem regularmente, em um espaço de escuta e sigilo, no qual o paciente pode falar livremente sobre suas questões. A frequência e os demais aspectos do atendimento são tratados diretamente com o paciente.

Preciso saber exatamente o que tenho antes de procurar terapia?

Não. Muitas pessoas chegam à psicoterapia justamente porque não conseguem compreender o que estão sentindo. Não é necessário ter respostas prontas para começar.

A psicoterapia é somente para quem está passando por um momento difícil?

Não necessariamente. A terapia também pode ser um espaço para quem deseja compreender melhor sua própria história, seus relacionamentos, seus desejos e as formas como se posiciona diante da vida.

O atendimento pode ser online?

Sim. Os atendimentos são realizados online e presencialmente, conforme a modalidade combinada.

A psicoterapia é sigilosa?

Sim. O sigilo profissional é parte fundamental do trabalho psicológico e está previsto nas normas profissionais que orientam a atuação do psicólogo.

Nosso espaço de escuta

Entre o silêncio e a palavra, existe um espaço de encontro. Um lugar onde a pressa perde força, a escuta ganha presença, e cada fala encontra seu tempo. A psicanálise não oferece respostas prontas: ela sustenta a possibilidade de olhar para si, de dar sentido ao que insiste em se repetir e de construir novos caminhos a partir da própria história. Aqui, mais do que um ambiente acolhedor, existe um espaço onde o sujeito possa existir em sua subjetividade.

Consultório

Onde e como nos encon­trar

Endereço
Av. Atlântica, 1934/201 — Centro, Tramandaí/RS, 95590-000
Telefone e WhatsApp
(51) 98595-3579
Atendimento
Presencial ou online, com hora marcada

Um espaço para sua fala

Talvez você não consiga explicar exatamente o que está acontecendo. Talvez consiga. Talvez apenas sinta que alguma coisa precisa ser colocada em palavras. Não é preciso chegar com tudo compreendido — podemos começar por aquilo que você consegue dizer.

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