Psicoterapia de Orientação Psicanalítica
Um espaço para que o sujeito desejante possa questionar sua história, seus sintomas e sofrimentos.
Há coisas que sentimos, mas não conseguimos explicar; situações que se repetem, mesmo quando desejamos que sejam diferentes. Há palavras que não conseguimos dizer e silêncios que dizem muitas coisas.
Na psicoterapia de orientação psicanalítica, a palavra encontra um lugar. Um espaço para falar sobre aquilo que inquieta, sobre os conflitos e desejos, sobre o que se repete, sobre os silêncios e, principalmente, sobre aquilo que muitas vezes ainda não conseguimos compreender.
Um espaço de escuta, onde aquilo que emerge na fala pode encontrar novos sentidos.
O trabalho analítico é uma experiência de fala, escuta e elaboração, na qual aquilo que antes parecia sem sentido começa a ganhar outras significações.
Atendimento presencial em Tramandaí/RS e online.
“Nem tudo o que nos atravessa chega primeiro como palavra.”
Aqui, a fala ocupa um lugar central.
É pela palavra que histórias são contadas, conflitos aparecem, desejos podem ser interrogados e aquilo que muitas vezes permanece inconsciente começa a encontrar caminhos para ser escutado.
Não se trata apenas de falar sobre os acontecimentos da vida, mas também de escutar, na própria fala, aquilo que por vezes permanece oculto, contraditório ou difícil de reconhecer.
Desejos, conflitos, angústias, sintomas e relações de repetição podem revelar questões que não estão inicialmente acessíveis à consciência.
Ao longo do processo, aquilo que se repete pode ser interrogado e ressignificado, e o não dito encontrar sentido na palavra.
A psicanálise não oferece respostas prontas: ela sustenta um espaço para que cada sujeito, com sua subjetividade, possa se aproximar da própria história e se perguntar pelos seus desejos.
Aquilo que se repete pode ser o inconsciente tentando encontrar outras formas de dizer o que ainda não pode ser elaborado.
Nem tudo aquilo que fazemos, sentimos ou desejamos é plenamente conhecido por nós. Existe uma dimensão inconsciente que atravessa nossa maneira de amar, escolher, desejar, sofrer e nos relacionar.
Por isso, conhecer a si mesmo não significa apenas encontrar explicações conscientes para aquilo que acontece. É também poder se aproximar daquilo que, muitas vezes, aparece de maneira simbólica: em um sonho, um esquecimento, uma repetição, uma palavra que escapa, ou um sintoma.
A análise oferece um espaço para que essas manifestações possam ser escutadas.
“Você já se perguntou para onde vai aquilo que não é dito?”
Sou Josiane Borba de Souza Lopes, psicóloga clínica e pós-graduada em sexologia, CRP 07/30903.
Minha prática clínica é de orientação psicanalítica, uma abordagem que compreende o sujeito para além daquilo que é consciente e que reconhece, na fala, a possibilidade de encontrar sentidos para aquilo que se manifesta como sintoma, angústia e sofrimento.
Sou graduada em Psicologia pela UNICNEC — Osório/RS.
Atuo em consultório particular desde 2019, com atendimentos presenciais e online para adolescentes, adultos e casais.
Na clínica, a escuta sustenta um espaço onde a palavra pode emergir sem a exigência de respostas. Um lugar para acolher as contradições, interrogar os sentidos já construídos e permitir que o incompreendido encontre novas formas de existir.
A análise começa justamente quando nos permitimos perguntar: “O que isso que se repete comigo quer dizer?”
Um espaço para que o sujeito desejante possa questionar sua história, seus sintomas e sofrimentos.
A sexualidade também é atravessada pela subjetividade. Desejos, prazeres, intimidades, fantasias, inseguranças, vergonhas, culpas e dificuldades na vida sexual podem ser colocados em palavras e escutados a partir da forma como o sujeito se relaciona consigo e com o outro.
Quando duas pessoas se encontram, também se encontram suas histórias, desejos, expectativas e modos particulares de se relacionar. A psicoterapia de casal pode oferecer um espaço para que os conflitos sejam colocados em palavras e para que aquilo que se repete na relação possa ser elaborado.
“Consegui falar sobre coisas que nunca tinha colocado em palavras antes. Me senti ouvida de verdade, sem pressa e sem julgamento.”Paciente em acompanhamento — nome preservado por sigilo profissional
Minha psicóloga há 3 anos. Foi minha primeira e me ajudou muito, sou muito grata. Não troco e indico muito ❤️
Excelente profissional, atenciosa e acolhedora. Recomendo.
Uma boa profissional, sempre presta muita atenção nos pacientes.
Excelente profissional, atenciosa e responde rapidamente.
Excelente atendimento.
Formação em Psicologia Clínica, com habilitação para atendimento psicoterápico.
Aprofundamento teórico-clínico na abordagem psicanalítica, base do trabalho conduzido em consultório.
Especialização voltada ao atendimento clínico de questões relacionadas à sexualidade e à intimidade.
Nem sempre encontramos imediatamente as palavras para aquilo que sentimos. Às vezes, é preciso um espaço onde possamos falar sem precisar organizar tudo antes. Um espaço onde até aquilo que parece sem sentido possa ser dito.
A escuta psicanalítica não busca antecipar respostas. Ela acompanha o sujeito na construção de suas próprias perguntas.
Não é preciso chegar com um roteiro pronto. A primeira sessão é justamente o espaço para “começar”: o processo se constrói junto, no seu tempo.
É um tema tratado com a mesma seriedade técnica e o mesmo sigilo de qualquer outra questão emocional — sem julgamento, no ritmo que for confortável para você.
Podemos marcar uma entrevista para o casal, na qual, juntos, encontraremos uma forma confortável de atendê-los melhor.
Os encontros acontecem regularmente, em um espaço de escuta e sigilo, no qual o paciente pode falar livremente sobre suas questões. A frequência e os demais aspectos do atendimento são tratados diretamente com o paciente.
Não. Muitas pessoas chegam à psicoterapia justamente porque não conseguem compreender o que estão sentindo. Não é necessário ter respostas prontas para começar.
Não necessariamente. A terapia também pode ser um espaço para quem deseja compreender melhor sua própria história, seus relacionamentos, seus desejos e as formas como se posiciona diante da vida.
Sim. Os atendimentos são realizados online e presencialmente, conforme a modalidade combinada.
Sim. O sigilo profissional é parte fundamental do trabalho psicológico e está previsto nas normas profissionais que orientam a atuação do psicólogo.
Entre o silêncio e a palavra, existe um espaço de encontro. Um lugar onde a pressa perde força, a escuta ganha presença, e cada fala encontra seu tempo. A psicanálise não oferece respostas prontas: ela sustenta a possibilidade de olhar para si, de dar sentido ao que insiste em se repetir e de construir novos caminhos a partir da própria história. Aqui, mais do que um ambiente acolhedor, existe um espaço onde o sujeito possa existir em sua subjetividade.
Talvez você não consiga explicar exatamente o que está acontecendo. Talvez consiga. Talvez apenas sinta que alguma coisa precisa ser colocada em palavras. Não é preciso chegar com tudo compreendido — podemos começar por aquilo que você consegue dizer.
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